Quando milhões de processos se tornam digitais, o impacto torna-se visível. A sustentabilidade não começa apenas no ambiente. Começa na forma como trabalhamos, prestamos serviços e utilizamos os recursos disponíveis.
+80.000 árvores preservadas

No Dia Mundial do Ambiente, importa lembrar que a transformação digital desempenha um papel muito relevante na construção de municípios mais sustentáveis.
Quando falamos de sustentabilidade, tendemos a pensar em energia, mobilidade ou reciclagem. No entanto, existe uma dimensão muitas vezes menos visível, mas igualmente importante: a forma como os serviços públicos são organizados e disponibilizados.
Sempre que um cidadão pode resolver um processo online, evitar uma deslocação ou submeter um pedido sem recorrer a documentação física, reduz-se o consumo de recursos e aumenta-se a eficiência dos serviços públicos.
Mas qual é o impacto real desta transformação?
Os dados de 2025 do Grupo esPublico ajudam a responder.
Os resultados alcançados ao longo do último ano demonstram como a transformação digital pode gerar benefícios concretos em múltiplas dimensões da sustentabilidade, promovendo uma utilização mais eficiente dos recursos e apoiando práticas mais responsáveis na gestão tecnológica e operacional.
Em Portugal, na Medidata esPublico, apoiamos diariamente os municípios na modernização dos seus serviços, contribuindo para reduzir consumos de papel, deslocações e tempos de resposta através da digitalização dos processos administrativos.
Enquanto empresa do ecossistema esPublico, participamos ativamente neste compromisso de transformação digital e sustentabilidade, ajudando as entidades públicas a disponibilizar serviços mais simples, acessíveis e eficientes para cidadãos e empresas.
A digitalização permite eliminar milhares de procedimentos assentes em documentação física, reduzindo consumos e promovendo uma gestão mais eficiente da informação.
Mais do que números, estes indicadores representam milhões de processos desmaterializados e uma utilização mais sustentável dos recursos disponíveis.
A transformação digital tem também um impacto direto na mobilidade.
A crescente utilização de mecanismos de autenticação, assinatura eletrónica e interação à distância, permite que cada vez mais procedimentos sejam realizados sem necessidade de deslocação presencial.
Isto traduz-se numa maior proximidade dos serviços, numa redução de deslocações desnecessárias e numa utilização mais eficiente do tempo e dos recursos de cidadãos, empresas e entidades públicas.
A sustentabilidade passa igualmente pela forma como a infraestrutura tecnológica é gerida.
Em 2025, a atividade do Grupo foi suportada por centros de dados que utilizam maioritariamente energia de origem renovável, incluindo infraestruturas alimentadas a 100% por energia renovável certificada.
O compromisso ambiental não termina quando um processo é concluído.
A destruição de suportes de informação é efetuada através de entidades certificadas segundo a norma ISO 14001, assegurando práticas adequadas de gestão ambiental, controlo de resíduos e mitigação de impactos.
Da mesma forma, a seleção e avaliação de fornecedores integra critérios relacionados com qualidade, segurança da informação e sustentabilidade ambiental, garantindo que estes princípios estão presentes em toda a cadeia de valor.
Estes números demonstram uma realidade simples: a transformação digital não é apenas uma ferramenta de modernização administrativa. É também um instrumento de sustentabilidade.
Mais sustentabilidade.
Menos recursos.
Menos deslocações.
Mais valor para cidadãos e municípios.
O desafio dos próximos anos passa por continuar a acelerar a digitalização dos serviços públicos, tornando-os simultaneamente mais eficientes, mais próximos dos cidadãos e mais sustentáveis.
Na Medidata esPublico assumimos esse compromisso diariamente, trabalhando com os municípios portugueses para simplificar processos, modernizar serviços e contribuir para uma Administração Pública cada vez mais preparada para os desafios do futuro.
Este compromisso reflete-se não apenas nas soluções que desenvolvemos, mas também na forma como procuramos gerir os recursos, selecionar parceiros e incorporar princípios de responsabilidade ambiental na nossa atividade.
Porque a sustentabilidade não se mede apenas em objetivos. Mede-se nas escolhas que fazemos, nos processos que simplificamos e no impacto que geramos todos os dias.